João Carlos Mansur, fundador da Reag, prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e negou veementemente qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e irregularidades relacionadas ao Banco Master. Durante a audiência, Mansur afirmou que as acusações são infundadas e que não há evidências concretas que sustentem as alegações feitas contra ele e sua empresa. Ele ressaltou que a Reag sempre atuou dentro da legalidade e que está à disposição para colaborar com as investigações.
Mansur também destacou que as tentativas de associar sua empresa a atividades ilícitas são parte de uma narrativa que visa desestabilizar a sua reputação e a de sua empresa. Ele criticou a forma como a CPI tem conduzido os trabalhos, afirmando que muitas vezes as informações são distorcidas e utilizadas para fins políticos.
O depoimento gerou grande expectativa, uma vez que a CPI tem investigado possíveis conexões entre empresas e organizações criminosas, o que torna essencial a transparência e a verdade nos depoimentos. A defesa de Mansur busca restaurar a imagem da Reag e esclarecer os fatos, enquanto a CPI continua seu trabalho em busca de respostas. Essa situação ressalta a importância de garantir que os direitos individuais sejam respeitados e que a justiça prevaleça em meio a acusações severas.
Fonte: Gazeta do Povo












