O Goldman Sachs, uma das instituições financeiras mais influentes do mundo, está prestes a revisar sua política interna, que nos últimos anos adotou uma agenda woke para a seleção de membros de seu conselho de administração. De acordo com informações do Wall Street Journal, o banco decidiu eliminar a política que utilizava critérios de diversidade, equidade e inclusão (DEI) para indicar candidatos. Com essa mudança, características como raça, “identidade de gênero” e orientação sexual não serão mais levadas em conta no processo de seleção. Essa decisão surge após um pedido do National Legal and Policy Center (NLPC), uma entidade conservadora sem fins lucrativos que possui uma participação minoritária no banco. O NLPC formalizou um pedido para a exclusão dos critérios de DEI em setembro, solicitando que a proposta fosse apresentada aos acionistas do Goldman Sachs antes da próxima assembleia anual. Em uma tentativa anterior, o pedido do NLPC foi rejeitado em abril de 2025. O grupo argumentou que a imposição de metas de DEI direciona a empresa a uma postura politizada, negligenciando o mérito e aumentando o risco jurídico. Atualmente, o comitê de governança do Goldman Sachs avalia candidatos com base em quatro fatores, incluindo diversidade definida de maneira abrangente. A nova abordagem, que pretende eliminar critérios relacionados a etnia, identidade de gênero e orientação sexual, está sendo discutida e deve ser aprovada pelo conselho em breve. A mudança reflete uma crescente resistência à agenda woke, que tem sido alvo de críticas e reavaliações em grandes corporações e bancos. Além disso, após uma ordem executiva do ex-presidente Donald Trump, houve uma investigação em departamentos federais sobre políticas de DEI, alterando o cenário regulatório e influenciando práticas corporativas. Essa reavaliação do Goldman Sachs pode sinalizar uma tendência mais ampla dentro do setor financeiro em direção à meritocracia e à redução da politicagem nas decisões empresariais.
Fonte: Oeste






