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Governador da Califórnia critica decisão do Supremo sobre terapia de conversão

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, se manifestou de forma contundente contra a decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos que derrubou a proibição da terapia de conversão para menores no estado do Colorado. Newsom classificou a terapia de conversão como uma prática de ‘ciência pseudocientífica’ e expressou sua preocupação com o impacto que essa decisão pode ter sobre jovens vulneráveis. A terapia de conversão é frequentemente criticada por ser baseada em crenças questionáveis e por não ter respaldo científico, sendo considerada prejudicial para o desenvolvimento emocional e psicológico dos indivíduos que são submetidos a ela.

Em sua declaração, Newsom enfatizou que a decisão do tribunal representa um retrocesso nos direitos dos jovens e na proteção de sua saúde mental. Ele alertou que permitir a continuidade dessas práticas pode expor crianças e adolescentes a ambientes prejudiciais, onde suas identidades e orientações são desvalorizadas. O governador também instou outros líderes e estados a se posicionarem contra a terapia de conversão, defendendo que a proteção dos direitos humanos e a dignidade das pessoas devem sempre estar em primeiro lugar.

Essa situação gerou um debate intenso sobre os direitos dos indivíduos e a ética de práticas que são vistas como danosas. A reação de Newsom reflete uma preocupação mais ampla com a segurança e o bem-estar dos jovens, especialmente em um momento em que questões de identidade e aceitação estão em pauta na sociedade. O debate sobre a terapia de conversão continua a polarizar opiniões, com defensores e críticos discutindo suas implicações e efeitos a longo prazo na vida dos jovens afetados.

Fonte: New York Post

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