A Grécia anunciou planos para bloquear o acesso às redes sociais para crianças e adolescentes com menos de 15 anos, seguindo uma tendência observada em outros países, como Austrália e Espanha, que já implementaram ou estão desenvolvendo restrições semelhantes. A medida é parte de um esforço maior para proteger a juventude dos potenciais riscos associados ao uso excessivo de plataformas digitais, que incluem questões de saúde mental, cyberbullying e exposição a conteúdos inadequados.
O governo grego argumenta que a proteção da infância deve ser uma prioridade, e que políticas mais rigorosas são necessárias para garantir um ambiente online seguro para as crianças. No entanto, essa proposta levanta preocupações sobre a liberdade individual e a capacidade dos jovens de tomar decisões informadas sobre seu uso da internet.
A proposta grega é vista com ceticismo por alguns defensores da liberdade de expressão, que argumentam que a implementação de tais restrições pode ser uma forma de censura, limitando o acesso à informação e à comunicação entre os jovens. A discussão sobre a regulamentação do uso de redes sociais por menores de idade continua a ser um tema polêmico, com opiniões divergentes sobre a melhor forma de equilibrar proteção e liberdade. Enquanto isso, a Grécia segue seu caminho em direção a uma política de controle mais rigoroso sobre o acesso de adolescentes às redes sociais, acompanhando o movimento global para abordar as preocupações com a segurança online.
Fonte: New York Times







