Milhares de iranianos se reuniram na quinta-feira para prestar homenagem ao ex-líder supremo Ali Khamenei, que foi assassinado no primeiro dia da guerra com os Estados Unidos e Israel. Os manifestantes expressaram críticas em relação às negociações que devem ocorrer no Paquistão nesta semana, refletindo o descontentamento com a situação atual no país. Os apoiadores de Khamenei, segurando retratos do falecido líder e agitando as bandeiras nacionais da república islâmica, participaram de grandes manifestações em todo o território iraniano após sua morte em um ataque conjunto dos EUA e de Israel ocorrido em 28 de fevereiro. Essa morte provocou uma onda de luto entre seus seguidores, que se uniram para relembrar suas contribuições e expressar seu apoio ao regime. O período de luto de 40 dias, que segue a morte de um muçulmano, é uma importante tradição cultural e religiosa que os iranianos levam a sério. As homenagens demonstram a força do apoio popular a Khamenei e a resistência do povo iraniano diante das pressões externas. As críticas às negociações em andamento no Paquistão revelam um sentimento de desconfiança em relação ao ocidente e um desejo de manter a soberania nacional intacta. A situação no Irã continua a ser um ponto de atenção global, com os cidadãos se comprometendo a honrar a memória de seu líder em tempos de crise.
Fonte: Al‑Monitor









