O conflito entre Israel e Irã, que conta com o apoio dos Estados Unidos, entrou em seu sétimo dia, com uma escalada significativa de ataques aéreos. Israel realizou bombardeios em larga escala em Beirute, capital do Líbano, e em Teerã, no Irã. De acordo com o Crescente Vermelho iraniano, o número de mortos já ultrapassa mil desde o início da guerra. Em Teerã, os ataques desta sexta-feira, 6, focaram no complexo ligado ao falecido líder supremo Ali Khamenei, em uma área estratégica que abriga o Palácio Presidencial e o Conselho de Segurança Nacional. As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmam que Khamenei havia falecido antes do ataque, mas o local continuava a ser utilizado por altos funcionários do regime iraniano. O bombardeio atingiu um bunker militar, que deveria servir como um centro de comando seguro. Por sua vez, no Líbano, onde Israel enfrenta o Hezbollah, as FDI realizaram 26 ondas de bombardeios, atingindo centros de comando e depósitos de armas do grupo. As autoridades libanesas relataram 217 mortes e 798 feridos desde que o Hezbollah se envolveu na guerra. O chefe do Estado-Maior israelense, Eyal Zamir, declarou que não há previsão de término para as operações militares contra o Hezbollah. Em meio a este cenário, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou sua posição de que não haverá acordo com o Irã a menos que haja uma rendição incondicional, destacando que os EUA buscam restaurar a economia iraniana em vez de permitir sua destruição.
Fonte: Oeste












