Quentin Deranque, um jovem de 23 anos envolvido com partidos de direita na França, foi brutalmente assassinado por militantes de esquerda em um ataque que ocorreu em Lyon. O ministro do Interior, Gérald Darmanin, membro do governo de Emmanuel Macron, fez a acusação em um pronunciamento no último domingo, 15. Segundo Darmanin, o crime foi claramente perpetrado pela ‘ultraesquerda’, e ele criticou os discursos de figuras da esquerda que, segundo ele, fomentam a violência nas ruas e nas redes sociais. Deranque foi agredido na última quinta-feira, 12, enquanto participava de um protesto contra a presença da parlamentar Rima Hassan, do partido de esquerda França Insubmissa (LFI). Após o ataque, ele foi internado, mas não sobreviveu aos ferimentos, vindo a falecer no sábado, 14. Em uma manifestação de apoio à família de Deranque, a direita francesa organizou protestos em várias cidades, exigindo justiça e responsabilização dos agressores. A candidata à presidência Marine Le Pen condenou o ataque e pediu punição aos responsáveis. Enquanto isso, o presidente Macron se manifestou pedindo calma e prometeu que os responsáveis seriam levados à Justiça, afirmando que nenhuma ideologia justifica a violência e o assassinato. O caso levanta questões sobre a crescente polarização política e a violência entre grupos opostos na França.
Fonte: Oeste












