O chefe da missão da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) nos territórios palestinos declarou à AFP que a entidade continuará operando em Gaza enquanto for possível, mesmo após a decisão de Israel de encerrar suas atividades na região. Em fevereiro, o governo israelense anunciou a suspensão de todas as operações da organização humanitária, conhecida pelo seu acrônimo francês MSF, argumentando que a entidade não apresentou a lista de seus funcionários palestinos. Essa decisão foi recebida com veementes críticas por parte da MSF, que a classificou como um ‘pretexto’ para obstruir a ajuda humanitária necessária a uma população em situação crítica. A organização enfatiza a importância de seu trabalho em Gaza, onde milhares de pessoas dependem dos serviços médicos prestados. A partir de 1º de março, a interrupção das atividades da MSF pode significar um agravamento da crise humanitária na região, onde a necessidade de cuidados médicos é cada vez mais urgente. A MSF reafirma seu compromisso em ajudar as pessoas que mais precisam, independentemente das dificuldades impostas. O cenário em Gaza permanece desafiador, e a continuidade das operações da MSF é essencial para fornecer assistência a uma população vulnerável que enfrenta um contexto de conflito e escassez de recursos.
Fonte: Al‑Monitor







