O partido Missão definiu a segurança pública como um dos principais pilares de sua estratégia eleitoral para as próximas eleições. A proposta é fortalecer a luta contra o crime organizado, defendendo o endurecimento das penas e a recuperação de áreas dominadas por facções criminosas. O presidente do partido e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Renan Santos, destaca a urgência de uma declaração de guerra ao crime, propondo medidas rigorosas contra organizações criminosas. Ele enfatiza a importância de uma atuação estatal mais incisiva e do uso ampliado das ferramentas legais disponíveis para reocupar os territórios dominados por narcotraficantes e impor o controle estatal onde facções operam. No campo penal, Renan Santos é favorável a penas mais severas, incluindo a prisão perpétua e a discussão sobre a pena de morte, acreditando que essas medidas são essenciais para desencorajar o crime e restaurar a autoridade do Estado. Essa visão é compartilhada por outras lideranças do partido, como a vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo, que defende o enfrentamento ao crime organizado como prioridade. O deputado federal Kim Kataguiri, também uma figura proeminente do partido, propõe um pacote que una repressão e prevenção, ressaltando a necessidade de respostas mais rígidas e coordenadas do Estado frente à estrutura organizada das facções. O discurso de combate ao crime tem ressoado entre os jovens, conforme pesquisa que indica que Renan Santos é um dos favoritos da Geração Z, especialmente entre os eleitores de 16 a 24 anos. A estratégia do Missão é inspirada em modelos internacionais, como o do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, que é citado como exemplo de políticas de segurança eficazes no combate ao crime organizado.
Fonte: Oeste












