Um crescente movimento de ativistas nos Estados Unidos está se opondo à recente aprovação do registro automático para o serviço militar, uma medida que foi sancionada pelo Congresso no ano passado. Mais de 40 organizações, incluindo grupos anti-guerra, religiosos, feministas e defensores das liberdades civis, estão exigindo que os legisladores revoguem a obrigatoriedade do registro no Sistema de Serviço Seletivo (SSS) e acabem com o draft militar. Os manifestantes argumentam que essa ação representa uma ‘captura de dados perigosa’, que coloca em risco as liberdades individuais dos cidadãos americanos. Os opositores da proposta afirmam que a obrigatoriedade do registro pode levar à militarização da sociedade e à violação dos direitos civis. Eles pedem uma revisão das políticas de recrutamento militar, defendendo que a segurança nacional deve ser garantida sem comprometer a liberdade e os direitos dos cidadãos. A mobilização desses grupos reflete uma preocupação crescente com a direção que as políticas de defesa dos EUA estão tomando sob a administração atual. A luta contra o registro militar automático e a defesa das liberdades individuais são essenciais para garantir que a democracia e a soberania dos cidadãos sejam preservadas.
Fonte: New York Post












