No domingo, 1º de março, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) organizou uma manifestação em São Paulo para celebrar a entrega de 1,9 mil apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida. O evento ocorreu a menos de 3 quilômetros da Avenida Paulista, onde, à tarde, manifestantes de direita se reuniram para a manifestação intitulada “Acorda, Brasil”. A cerimônia do MTST teve início pela manhã e contou com a presença do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e da deputada estadual Ediane Maria, ambos do PSol, além de outros representantes da esquerda. Durante o ato, os participantes do MTST também exigiram que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, ampliasse os investimentos no combate à violência contra a mulher. Na mesma data, a manifestação “Acorda, Brasil: Fora Lula, Fora Moraes e Fora Toffoli” ocorreu na Avenida Paulista entre 14h e 17h, reunindo diversas lideranças políticas da direita. As principais pautas abordadas incluíram a anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e a revogação do veto do presidente Lula a um projeto que altera a dosimetria das penas dos réus. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, denunciou a “perseguição política” no Brasil e ressaltou que seu pai, Jair Bolsonaro, está sendo alvo de julgamentos injustos. Flávio reiterou a necessidade de derrubar o veto presidencial, afirmando que seu pai não está abandonado, mas sim injustamente “enjaulado”.
Fonte: Oeste












