Centenas de muçulmanos realizaram orações de Eid nas portas da Cidade Velha de Jerusalém na última sexta-feira, enquanto Israel impôs restrições ao acesso à Mesquita Al-Aqsa e outros locais sagrados em decorrência do conflito com o Irã. Wajdi Mohammed Shweiki, um palestino de cabelos grisalhos na casa dos 60 anos, expressou sua frustração à agência de notícias AFP, afirmando: “Hoje, Al-Aqsa foi tirada de nós. É um Ramadan triste e doloroso.” A situação tem sido descrita como catastrófica para os habitantes de Jerusalém, para os palestinos em geral e para todos os muçulmanos ao redor do mundo. O fechamento da mesquita, um dos locais mais sagrados do Islã, durante um momento tão significativo como o Eid, intensifica o sentimento de tristeza e desespero entre os fiéis. A tensão na região, exacerbada por conflitos e disputas políticas, tem levado a um aumento nas preocupações sobre a liberdade religiosa e o acesso a locais de culto. É fundamental que a comunidade internacional observe a situação em Jerusalém, onde a liberdade religiosa deve ser garantida a todos, independentemente de crenças ou origens. A luta pela preservação dos direitos dos muçulmanos em Jerusalém continua, e a esperança de dias melhores persiste entre a população local.
Fonte: Al‑Monitor











