O Brasil vem trilhando um caminho preocupante sob os governos do PT, onde a destruição da iniciativa privada se apresenta de forma sutil e perversa. Não se trata de proibir formalmente a existência de empresas privadas, mas sim de criar a ilusão de liberdade de empreender enquanto se dificulta, na prática, qualquer atividade produtiva. Exigências regulatórias excessivas, insegurança jurídica crônica e uma carga tributária sufocante fazem com que o direito de empreender exista apenas no papel. O que se observa não é o socialismo clássico, mas uma combinação de estatismo regulatório com capitalismo de compadrio, onde o Estado controla os resultados da economia através de regras e autorizações. A situação se agrava com um aumento alarmante no número de falências, que, após uma queda nos governos anteriores, voltou a subir de forma preocupante, refletindo escolhas políticas prejudiciais ao setor produtivo. Além disso, a insegurança jurídica se torna um imposto invisível, dificultando qualquer planejamento a longo prazo. Pequenas e médias empresas, as verdadeiras vitimas deste cenário, enfrentam um ambiente hostil, onde as barreiras regulatórias favorecem a concentração de mercado em detrimento da competição. A hostilidade em relação ao agronegócio, um setor vital para a economia, evidencia ainda mais essa mentalidade ideológica que ignora a importância da livre iniciativa. A consequência disso é uma economia cada vez mais inviável, onde o sucesso empresarial depende mais de relações com o Estado do que de eficiência e inovação. O capitalismo genuíno é distorcido, e o verdadeiro empresário é visto como vilão, enquanto o parasitismo institucionalizado prospera. Portanto, o que vemos é uma crescente inviabilidade da iniciativa privada, não por proibições formais, mas por um ambiente que a torna economicamente impossível.
Fonte: Oeste







