O autor reconhece que, em sua juventude, foi um católico ativo, participando de grupos de oração que moldaram sua formação moral. Inicialmente atraído por uma colega, ele começou a frequentar as reuniões na Paróquia Espírito Santo, onde a pregação sobre o amor de Deus o impactou profundamente. A mensagem de que Cristo morreu pelos ‘meus pecados’ o levou a um momento de introspecção e a uma mudança de perspectiva.
Antes cético, o autor percebeu que, ao considerar a possibilidade da ressurreição de Cristo, ele não apenas se tornava parte da narrativa divina, mas também desafiava seu próprio racionalismo. Ele reflete sobre como a fé em um Deus que se fez homem e enfrentou a morte é um conceito que, embora possa parecer absurdo, revela uma lógica profunda e amorosa. A Semana Santa, em particular, simboliza essa entrega divina, onde Deus se sacrifica para resgatar a humanidade, demonstrando um amor que transcende a lógica humana.
O texto destaca que a ressurreição é a culminação desse amor, onde o que parece impossível se torna possível quando se considera a natureza de Deus. O autor conclui que a Páscoa é a celebração do amor divino que não se limita às nossas compreensões racionais, mas que se manifesta de maneira sublime na história da salvação. Essa reflexão convida cada um a reconhecer a profundidade do amor de Deus, que nos inclui na sua missão e nos oferece esperança e redenção.
Fonte: Oeste







