Vaticano, 2 de abril – O Papa Leo, que se tornou o primeiro líder dos Estados Unidos à frente da Igreja Católica global em maio do ano passado, manteve um perfil discreto em relação ao seu país durante os primeiros dez meses de seu papado, evitando comentar sobre a política americana e não mencionando publicamente o presidente Donald Trump. No entanto, essa fase de silêncio parece ter chegado ao fim. Recentemente, o papa se posicionou de forma clara contra a guerra no Irã, uma questão que tem gerado preocupação em várias esferas. Em um apelo direto, ele mencionou Trump publicamente pela primeira vez, instando-o a buscar uma solução pacífica e a evitar a escalada do conflito. Essa mudança de postura do Papa Leo, que também reflete uma preocupação com as tensões internacionais e suas consequências para a paz mundial, pode ser vista como uma tentativa de influenciar a política americana em um momento delicado. É importante ressaltar que o papel do Papa sempre foi de promover a paz e a reconciliação, e sua crítica a ações que possam levar a conflitos armados deve ser entendida dentro desse contexto. Assim, a declaração do Papa Leo marca um desdobramento relevante em sua liderança e um chamado à responsabilidade por parte dos líderes mundiais, incluindo o presidente dos EUA.
Fonte: Al‑Monitor












