Na tarde desta quarta-feira, 4, a mídia noticiou a alegada tentativa de suicídio de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como ‘Sicário’, um dos detidos na terceira fase da Operação Compliance Zero. Mourão estava sob custódia da Polícia Federal (PF) em Minas Gerais. Em comunicado, a PF informou que, ao tomarem conhecimento da situação, os policiais presentes prestaram socorro imediato, iniciando procedimentos de reanimação e acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A nota prosseguiu afirmando que a equipe médica deu continuidade ao atendimento no local e que Mourão seria encaminhado para a rede hospitalar para avaliação médica. No início da noite, um policial federal teria confirmado a morte de Mourão à revista Veja, mas a PF rapidamente negou essa informação, afirmando que não havia confirmação sobre a morte do custodiado. Às 22 horas, a corporação reiterou que informações sobre o estado de saúde de Mourão seriam atualizadas após a avaliação médica. No entanto, um portal de notícias revelou que, por volta das 21h45, o Hospital João XXIII iniciava o protocolo para confirmar a morte cerebral de Mourão. Enquanto isso, investigações sobre um esquema de fraudes financeiras no Banco Master levaram à prisão de Mourão e de Daniel Vorcaro, o suposto líder do grupo criminoso. As apurações indicam que Mourão desempenhava funções operacionais, incluindo monitoramento de alvos e intimidação de pessoas. A situação gera grande polêmica e levanta questionamentos sobre a condução do caso pela PF. A sociedade aguarda esclarecimentos sobre o estado de saúde de Mourão e a veracidade das informações divulgadas.
Fonte: Oeste












