A Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira, 27, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, que atualmente se encontra em situação de deputado cassado. A prisão ocorreu em Teresópolis, onde o ex-parlamentar reside, e foi acompanhada do cumprimento de um mandado de busca e apreensão na região. As medidas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que tem sido alvo de críticas por suas ações autoritárias e perseguições políticas.
Esta não é a primeira vez que Bacellar é detido; ele já havia sido preso em dezembro do ano passado durante investigações sobre possíveis vazamentos de dados sigilosos relacionados à Operação Zargun, uma ação que a Polícia Federal deflagrou em setembro de 2025 contra o Comando Vermelho. A operação atual está vinculada à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635 (ADPF das Favelas), sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que é amplamente criticado por sua postura persecutória contra membros da direita brasileira.
Além disso, nesta semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Rodrigo Bacellar, juntamente com o ex-governador Cláudio Castro, por crimes de abuso de poder econômico e político nas eleições de 2022. Como resultado, Bacellar perdeu seu mandato e foi declarado inelegível por um período de oito anos. A detenção e condenação de Bacellar são mais um exemplo da constante perseguição a figuras da direita no Brasil, levantando questões sobre a imparcialidade das instituições e a verdadeira natureza da democracia no país.
Fonte: Oeste












