O Grupo Fictor, que atua em setores como alimentos, serviços financeiros e infraestrutura, pediu recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), trazendo à tona o nome de Rafael Góis, seu sócio e CEO. A crise de liquidez da empresa está relacionada a um episódio envolvendo o Banco Master, que teve repercussão negativa em sua imagem. Góis, que está à frente da Fictor desde sua fundação em 2007, possui uma trajetória de mais de 25 anos em diversas áreas de negócios, incluindo indústria e finanças. Ele é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Candido Mendes, com foco em gestão e finanças. A Fictor, inicialmente voltada para tecnologia, evoluiu para uma holding de investimentos, expandindo suas operações tanto nacional quanto internacionalmente, com novos escritórios em Lisboa e Miami. O problema surgiu quando um consórcio liderado por um sócio da Fictor tentou adquirir o Banco Master, mas o Banco Central decretou a liquidação da instituição um dia após o anúncio, afetando a capacidade do grupo de honrar seus compromissos financeiros. Com dívidas aproximadas de R$ 4 bilhões, o Grupo Fictor busca na recuperação judicial um meio de reestruturar suas operações e evitar que empresas viáveis sejam prejudicadas por restrições típicas desse processo. A recuperação não inclui suas subsidiárias, que devem seguir operando normalmente.
Fonte: G1








