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Relator da CPMI do INSS rebate acusação de crime grave

O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), defendeu-se das acusações de estupro feitas pelos parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) nesta sexta-feira, 27. Gaspar classificou as alegações como mentirosas e afirmou que seus opositores estão desesperados diante de um relatório técnico e bem fundamentado. Em sua declaração, ele ressaltou: ‘São criminosos e estão falando uma mentira. Em Alagoas sou respeitado porque eu respeito as famílias e as pessoas de bem.’ O relator também denunciou a situação como uma coação no curso do processo, afirmando que a tentativa de deslegitimar seu trabalho é uma manobra típica do PT e de seu líder, Luiz Inácio Lula da Silva.

Gaspar apresentou um exame de DNA para esclarecer um mal-entendido sobre um suposto filho fora do casamento, que na verdade se referia a uma filha de seu primo. Ele destacou que a jovem, Lourilene Pereira da Silva, não o conhece e negou qualquer vínculo. Em meio à sessão da CPMI, Lindbergh chamou Gaspar de ‘estuprador’, o que provocou indignação entre os membros da oposição, que rapidamente se mobilizaram para defendê-lo.

Gaspar, que já havia prometido processar Lindbergh, enfatizou a seriedade da situação e a necessidade de respeito à presunção de inocência. A coletiva de imprensa convocada pelos acusadores não apresentou provas concretas, mas apenas indicações que, segundo eles, deveriam ser investigadas pela Polícia Federal. A situação evidencia a polarização política no Brasil e a utilização de acusações graves como arma em disputas eleitorais, o que deve ser observado com cautela por todos os cidadãos.

Fonte: Oeste

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