O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que a nova liderança do Irã manifestou interesse em dialogar após a morte do líder supremo Ali Khamenei. Durante uma entrevista à revista Atlantic, realizada na Flórida, Trump afirmou: “Eles querem conversar, e eu concordei. Deveriam ter feito isso antes”. A morte de Khamenei resultou na ascensão temporária de três líderes no Irã, conforme noticiado pela mídia estatal do país: o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei e o aiatolá Alireza Arafi, membro do Conselho dos Guardiães.
A escalada de tensões começou no último sábado, quando Trump anunciou “grandes operações de combate” contra o Irã, com o objetivo de desmantelar seu programa nuclear e debilitar suas forças armadas. Em apoio, Israel confirmou a realização de ataques contra alvos iranianos. Esses ataques, ao contrário da operação de junho de 2025, começaram durante o dia e podem se prolongar por vários dias, de acordo com informações da CNN Internacional.
Após os bombardeios, o regime iraniano respondeu com ataques a países que hospedam bases militares norte-americanas, resultando em explosões nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque, aumentando as chances de um conflito regional. Trump, em resposta, alertou que, se o Irã retaliar, os Estados Unidos responderão com “força nunca antes vista”. Ele reiterou sua posição em uma postagem nas redes sociais, enfatizando que o Irã deve evitar qualquer ataque, ou enfrentará consequências severas. A retórica entre as nações permanece acirrada, com o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, alertando Trump e Netanyahu sobre as repercussões de suas ações.
Fonte: Oeste







