O verão de 2025-2026 no Brasil foi marcado por chuvas intensas que afetaram diversas regiões do país, especialmente nos grandes centros urbanos do Sul e Sudeste, além de algumas áreas do Nordeste, como a Bahia. A influência dos ventos alísios e da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) resultou em eventos de chuvas persistentes, com a circulação de umidade proveniente do Atlântico intensificada durante o período. Em dezembro de 2025, já era possível notar a formação de células de trovoadas, que causaram ventos fortes e quedas de árvores, resultando em longas interrupções de energia em São Paulo. O fenômeno se agravou em fevereiro de 2026, quando Minas Gerais registrou chuvas recordes, especialmente na Zona da Mata, onde ocorreram deslizamentos de terra e várias cidades, como Juiz de Fora, sofreram danos significativos e até mortes. Ao longo do verão, o cenário se repetiu em São Paulo, com mortes e alagamentos devido à falta de infraestrutura adequada para o escoamento das águas. A privatização da companhia de água em São Paulo também gerou críticas, pois o fornecimento continua a ser cortado em horários inadequados, mesmo com as chuvas abundantes. O balanço do verão revela a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura urbana, que ainda não atende às demandas de um país tropical que sofre com eventos climáticos extremos. A situação é alarmante e exige atenção das autoridades para evitar novas tragédias e garantir a segurança da população.
Fonte: Oeste












