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Vereador de São Paulo propõe proibição de repasses ao MST e MTST

O vereador de São Paulo, Lucas Pavanato, do Partido Liberal (PL), apresentou um projeto de lei que visa impedir a administração municipal de destinar recursos públicos ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). A proposta, protocolada neste mês, também se aplica a qualquer organização que mantenha vínculos diretos com esses grupos que frequentemente promovem invasões de propriedades. O projeto é um passo importante para garantir que os recursos dos cidadãos sejam utilizados de maneira responsável e em conformidade com a lei.

Pavanato deixou claro que a proposta proíbe a destinação de recursos por meio de convênios e parcerias, além de vedar a utilização de bens móveis e imóveis pertencentes ao patrimônio do município. O vereador declarou: “Não vai ter grana para vagabundo. O mínimo que se espera é que os recursos sejam tratados com respeito. É inadmissível ver grupos que infringem a lei e cometem crimes invadindo propriedades que não lhes pertencem.”

De acordo com a proposta, entidades que desejarem receber quaisquer benefícios financeiros deverão apresentar uma declaração formal afirmando que não têm histórico de envolvimento com invasões. O descumprimento desta lei resultará na rescisão imediata de contratos, com a obrigação de devolução dos valores recebidos e a proibição de firmar novos contratos com a administração pública por um período de dez anos.

A atuação do MTST em São Paulo é notória, com invasões de propriedades se tornando uma preocupação crescente. Recentemente, membros do MTST invadiram um canteiro de obras sob o Elevado João Goulart, conhecido como Minhocão. Outros vereadores também têm se mobilizado contra esses movimentos, como Amanda Vettorazzo, que, embora tenha tentado criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o MTST, teve sua proposta rejeitada na Câmara Municipal. A iniciativa de Pavanato representa um esforço significativo para proteger os direitos de propriedade e a ordem pública na cidade.

Fonte: Oeste

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