Entre 1º de setembro de 2021 e 31 de agosto de 2024, um total alarmante de 28.028 cidadãos chineses, 304 iranianos e 1.608 russos tiveram acesso a laboratórios operados pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos. Esses dados foram divulgados pelo escritório da senadora Joni Ernst, do Partido Republicano, que expressou preocupação sobre a segurança nacional e a proteção de informações sensíveis. A quantidade significativa de visitas realizadas por indivíduos de países considerados adversários levanta questões sérias sobre o controle e a supervisão das instalações que lidam com pesquisa e desenvolvimento de tecnologias críticas. A administração Biden enfrenta críticas por sua aparente falta de vigilância em relação a esses acessos, especialmente em um momento em que tensões geopolíticas estão em alta. A transparência e a responsabilidade são essenciais para garantir que as informações estratégicas dos EUA não sejam comprometidas. A senadora Ernst destacou a necessidade urgente de revisar as políticas de segurança nos laboratórios e implementar medidas mais rigorosas para proteger o país contra espionagem e possíveis ameaças. É fundamental que o governo americano tome ações decisivas para restaurar a confiança da população em sua capacidade de proteger os interesses nacionais em face de adversários estrangeiros.
Fonte: New York Post












