Em Paris, no dia 26 de março, Kaja Kallas, chefe da política externa da União Europeia, expressou preocupação com a possibilidade de a Ucrânia ser pressionada pelos Estados Unidos a ceder território nas negociações com a Rússia. Durante uma reunião do G7 na França, Kallas afirmou que essa abordagem é claramente equivocada e representa uma armadilha que não deve ser aceita. Ela destacou que as exigências da Rússia são parte de uma estratégia conhecida, onde o país demanda algo que nunca lhe pertenceu. Kallas enfatizou a importância de não cair nessa armadilha, que poderia comprometer a soberania da Ucrânia e os princípios de integridade territorial que a Europa defende. A chefe da política externa da UE reiterou que a comunidade internacional deve se unir para apoiar a Ucrânia em sua luta contra a agressão russa, defendendo a importância de uma negociação que respeite a integridade territorial do país. Essa declaração reflete a crescente preocupação da UE com a influência dos EUA nas negociações, e a necessidade de manter uma posição firme contra as demandas territoriais da Rússia. A posição de Kallas é um chamado à ação para que os países europeus permaneçam solidários à Ucrânia e resistam a qualquer pressão que possa levar a concessões prejudiciais à nação.
Fonte: Al‑Monitor












