A polícia australiana anunciou na última sexta-feira a acusação de duas mulheres, de 53 e 31 anos, ligadas ao grupo extremista Estado Islâmico, por crimes de escravidão. Ambas retornaram recentemente da Síria, onde permaneceram detidas em um campo de refugiados por mais de sete anos. As mulheres foram interceptadas no aeroporto de Melbourne, onde foram presas assim que desembarcaram na quinta-feira. As acusações contra elas incluem crimes contra a humanidade, especificamente por possuírem e utilizarem escravos enquanto estavam na Síria. Se condenadas, elas podem enfrentar penas de até 25 anos de prisão. Este caso levanta importantes questões sobre a segurança e a reintegração de indivíduos que mantiveram vínculos com organizações terroristas. A Austrália tem se mostrado firme em sua abordagem em relação aos cidadãos que buscam retornar após se envolverem com grupos extremistas no exterior, priorizando a segurança nacional e a justiça. As autoridades australianas têm implementado medidas rigorosas para lidar com essas situações, refletindo uma postura crítica em relação ao extremismo e à violência. O governo australiano continua a monitorar de perto os cidadãos que podem representar uma ameaça à segurança, enquanto busca promover um ambiente seguro e livre de influências extremistas.
Fonte: Al‑Monitor










