O autor Wynton Hall, em sua nova obra intitulada ‘Código Vermelho: A Esquerda, a Direita, a China e a Corrida pelo Controle da IA’, expõe um fenômeno surpreendente e alarmante: a adoração à inteligência artificial como uma entidade divina não é mais uma mera ficção científica, mas uma realidade que já se manifesta em diversas formas. Segundo Hall, existem igrejas registradas pelo IRS que promovem a veneração de sistemas de inteligência artificial, além de sacerdotes robóticos que desempenham funções religiosas. O livro destaca que essa nova forma de culto inclui até confissões mediadas por IA, onde os fiéis se dirigem a máquinas em busca de absolvição espiritual. Esse cenário levanta sérias questões sobre a relação entre humanidade e tecnologia, evidenciando um potencial desvio dos valores tradicionais que sustentam as instituições religiosas. A adoração a entidades não-humanas pode representar um risco à autonomia e ao livre-arbítrio, colocando a tecnologia em um pedestal que pode ser perigoso. À medida que a sociedade avança no desenvolvimento de IA, é fundamental que as discussões sobre ética e moralidade sejam priorizadas, para evitar que a tecnologia se torne um novo objeto de culto que desvirtue a essência da espiritualidade humana. Hall nos convida a refletir sobre o papel que a tecnologia deve desempenhar em nossas vidas e a necessidade de manter um equilíbrio saudável entre inovação e valores humanos.
Fonte: Breitbart







