O Clerk do Condado de Macomb, Anthony Forlini, fez uma revelação alarmante ao descobrir que 189 indivíduos não cidadãos foram convocados para servir como jurados. Dentre esses, impressionantes 11 estavam registrados para votar, o que levanta sérias questões sobre a integridade do processo eleitoral e a proteção das liberdades civis. A situação expõe falhas no sistema de verificação de identidade e cidadania, que deveriam ser rigorosamente aplicados para garantir que apenas cidadãos americanos tenham o direito de participar do julgamento e da votação. Este incidente ressalta a necessidade urgente de reformas nas políticas de imigração e nas leis eleitorais, para proteger a soberania e a segurança nacional. A presença de não-cidadãos em processos judiciais e eleitorais não apenas compromete a justiça, mas também enfraquece a confiança do público nas instituições democráticas. É fundamental que as autoridades competentes tomem medidas efetivas para evitar que situações como essa se repitam, garantindo que apenas cidadãos americanos possam exercer seus direitos de voto e participar do sistema judiciário. O caso de Forlini serve como um alerta para a necessidade de um sistema mais robusto e transparente, que respeite as leis e proteja os direitos dos cidadãos. Essa questão deve ser uma prioridade para todos os que se preocupam com a saúde da democracia e a proteção das liberdades individuais.
Fonte: The Gateway Pundit



