O deputado Ferreirinha, relator da lei que proibiu o uso de celulares nas escolas, fez declarações polêmicas ao falar sobre a ‘infância raiz’. Em uma recente entrevista, ele expressou seu desejo de ver crianças brincando na rua, mesmo que isso implique em experiências que envolvam riscos, como um braço quebrado. Segundo Ferreirinha, a intenção por trás de sua defesa é resgatar uma infância mais autêntica e livre de influências tecnológicas. Ele argumenta que a presença constante de dispositivos móveis tem prejudicado a interação social e o desenvolvimento emocional das crianças. Para ele, experiências ao ar livre são essenciais para o crescimento saudável e para a formação de vínculos interpessoais sólidos. Essa visão levanta um debate importante sobre os limites da modernidade na educação e na infância. Ferreirinha acredita que a regulamentação do uso de celulares nas escolas é um passo necessário para devolver às crianças o direito de serem crianças, longe das distrações digitais. Ao enfatizar a importância de uma ‘infância raiz’, o deputado sugere que as crianças devem ter mais liberdade para explorar e aprender através de experiências vivenciais, mesmo que isso signifique enfrentar alguns perigos. Essa postura reflete uma crítica ao modelo educacional atual e à crescente dependência da tecnologia por parte das novas gerações.
Fonte: Metrópoles









