O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, em declarações recentes, emitiu um forte alerta sobre as possíveis consequências de uma invasão dos Estados Unidos à ilha caribenha, sugerindo que tal ação resultaria em um ‘banho de sangue’. Essas afirmações surgem após uma reportagem que revelou que Cuba estaria adquirindo drones militares de origem russa e iraniana. Díaz-Canel enfatizou o direito da nação cubana de se defender perante qualquer ameaça externa, especialmente em um contexto de crescente tensão geopolítica na região. O presidente cubano, que enfrenta críticas internas e externas, busca reforçar a ideia de soberania nacional e resistência contra o que considera uma agressão imperialista dos EUA. As aquisições de novos equipamentos militares, como os drones, são apresentadas como um passo necessário para garantir a defesa da ilha. Essa postura de fortificação militar reflete a estratégia cubana de se preparar para possíveis ações hostis, enquanto busca apoio internacional em meio a um cenário de isolamento econômico e político. A declaração de Díaz-Canel não apenas ressoa com a narrativa de resistência histórica de Cuba, mas também serve como um apelo à solidariedade de outros países que enfrentam o mesmo tipo de pressão externa. A retórica acirrada evidencia a contínua polarização e os desafios que Cuba enfrenta na arena internacional, especialmente em relação à política dos EUA na América Latina.
Fonte: JP News



