Os Emirados Árabes Unidos, que recentemente anunciaram sua saída da Opep e Opep+, destacam-se como detentores da quinta maior reserva conhecida de petróleo do mundo, com uma estimativa de 113 bilhões de barris, segundo o boletim de 2025 da Opep. Essa decisão de se desvincular dos grupos que reúnem os principais países exportadores de petróleo levanta questões sobre o futuro do mercado e os preços do petróleo.
O ranking global de reservas de petróleo é liderado pela Venezuela, que possui a maior reserva comprovada do planeta, com cerca de 303 bilhões de barris, representando 17% do total conhecido. Na sequência, estão a Arábia Saudita com 267 bilhões de barris, o Irã com 209 bilhões e o Iraque com 145 bilhões. Todos esses países são membros da Opep, que foi criada em 1960 com o objetivo de controlar a oferta de petróleo e influenciar seus preços no mercado internacional.
O Brasil, por sua vez, ocupa a 14ª posição nesse ranking, com reservas estimadas em aproximadamente 16 bilhões de barris. A saída dos Emirados Árabes da Opep e Opep+ não apenas altera a dinâmica do grupo, mas também pode afetar as decisões sobre a venda de petróleo e a estabilidade dos preços no mercado global. A situação exige atenção, pois o movimento dos Emirados pode sinalizar mudanças significativas nas relações comerciais e políticas no setor de energia.
Fonte: G1












