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Empresários criticam redução de jornada em ano eleitoral e pedem transição

Na última segunda-feira (18), representantes de diferentes setores da economia se reuniram na Câmara dos Deputados para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. Durante a audiência, empresários expressaram preocupações sobre a urgência do debate em um ano eleitoral. Alexandre Herculano Coelho de Souza Furlan, diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), destacou que, embora não sejam contrários à discussão, consideram que o tema deveria ser tratado com mais cautela. ‘A discussão ficou apressada em um período eleitoral e que deveria amadurecer’, afirmou. Outros representantes, como Luciana Diniz Rodrigues, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), também sugeriram que o debate seja realizado em um momento menos apressado. A PEC é vista como uma prioridade do governo Lula para 2026, com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta. No entanto, o governo defende a implementação imediata das novas regras, sem a transição solicitada pelos empresários. Eles argumentam que a absorção do impacto econômico da redução de jornada deve ser gradual para evitar prejuízos ao funcionamento das empresas e instituições, como escolas. A proposta de fortalecer as negociações coletivas entre patrões e sindicatos também foi defendida como uma solução para garantir que as particularidades de cada setor sejam respeitadas e que a sustentabilidade das medidas seja alcançada.

Fonte: G1

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