No último sábado, os Estados Unidos e Israel apresentaram uma defesa firme de suas ações militares contra o Irã, que alegou que as mortes de civis resultantes desses ataques constituem um ‘crime de guerra’. Durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, o embaixador dos EUA, Mike Waltz, enfatizou a importância de um princípio amplamente reconhecido pela comunidade internacional: o Irã não pode possuir armas nucleares. Waltz fez referência a resoluções anteriores da ONU que foram desconsideradas por Teerã, reforçando que a questão das armas nucleares iranianas transcende a política e se relaciona diretamente com a segurança global. Ele declarou: ‘Esse princípio não é uma questão de política, é uma questão de segurança global, e, para isso, os Estados Unidos estão tomando ações legais’. A defesa dos EUA e de Israel destaca a necessidade de medidas firmes contra o Irã, que continua a desafiar a ordem internacional ao desenvolver seu programa nuclear. A retórica de Teerã, que classifica os ataques como crimes de guerra, tem como objetivo desviar a atenção das suas próprias violações das normas internacionais e de sua ambição nuclear. O cenário geopolítico é tenso, e a comunidade internacional observa atentamente as ações de ambos os lados, enquanto a segurança regional continua em risco.
Fonte: Al‑Monitor







