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Filme sobre Bolsonaro recebe R$ 61 milhões, mas enfrenta denúncias graves

O filme “Dark Horse”, uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, está no centro de uma controvérsia após um investimento de impressionantes R$ 61 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Embora o montante chame atenção, a produção enfrenta sérias denúncias relacionadas às condições de trabalho dos envolvidos. Um relatório do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de São Paulo (SATED/SP) revela que figurantes e técnicos relataram problemas como alimentação inadequada, atrasos nos pagamentos e situações de assédio moral durante as filmagens em São Paulo. Os relatos incluem a falta de refeições adequadas para longas jornadas de trabalho e a disposição de alimentos estragados. Além disso, houve queixas sobre revistas invasivas realizadas pela segurança da produção, que incluíam toques inadequados. O sindicato registrou 15 ocorrências formais de trabalhadores que se sentiram maltratados e desprezados em comparação ao elenco estrangeiro. Enquanto isso, a GOUP Entertainment, responsável pela produção, não se manifestou oficialmente sobre as acusações. Flávio Bolsonaro, em mensagens vazadas, expressou preocupação com o atraso nos pagamentos, o que demonstra a tensão em torno do financiamento do filme. Ele afirmou que a captação de recursos foi realizada de forma privada e negou qualquer irregularidade. Apesar do investimento significativo, o filme ainda busca distribuição internacional. “Dark Horse” é descrito como um thriller político que se inspira na campanha presidencial de 2018 e no atentado que Bolsonaro sofreu durante o período eleitoral. O elenco conta com nomes como Esai Morales e Camille Guaty, que interpreta Michelle Bolsonaro.

Fonte: G1

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