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Ives Gandra propõe código de conduta no STF e critica sessões virtuais

O jurista Ives Gandra Martins, conhecido por sua atuação na defesa da legalidade e da ética, manifestou apoio à implementação de um código de conduta para os membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em um momento em que a transparência e a ética devem ser prioridade nas instituições, a proposta visa assegurar que os ministros atuem com responsabilidade e respeito aos princípios democráticos. O ministro Edson Fachin, que recentemente assumiu a presidência do STF, parece estar alinhado a essa ideia, ao considerar a possibilidade de estabelecer restrições éticas que possam guiar a conduta dos magistrados. Essa iniciativa é vista como um passo positivo, especialmente considerando os últimos acontecimentos que têm gerado desconfiança na população em relação à atuação do STF. Além disso, Gandra criticou a continuidade das sessões virtuais, que, segundo ele, podem comprometer a transparência e a accountability dos processos judiciais. A prática de sessões não presenciais tem sido alvo de críticas, pois limita o acesso da sociedade aos debates e decisões do tribunal, algo que é fundamental para a construção de uma democracia saudável. Com a proposta de um código de conduta, Ives Gandra busca também resgatar a credibilidade da instituição, que tem enfrentado desafios significativos em sua imagem pública. É essencial que o STF, como guardião da Constituição, mantenha altos padrões éticos e atue de forma a fortalecer a confiança da população em suas decisões.

Fonte: Gazeta do Povo

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