O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, de 45 anos, foi vítima de um sequestro relâmpago em Barueri, São Paulo, na noite do último domingo, 12. O religioso, que ganhou notoriedade após ser mencionado em um inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido do ministro Alexandre de Moraes, estava estacionando seu carro na Rua Vítor Vanderlei Zambrano, próximo a um pronto-socorro, quando foi abordado por dois homens armados. Os criminosos o forçaram a seguir até uma área de matagal, onde o mantiveram sob ameaça por aproximadamente duas horas e meia.
Durante o sequestro, o padre foi obrigado a fornecer senhas e a autenticar aplicativos bancários em seu celular. Os criminosos realizaram transferências que totalizaram cerca de R$ 37,2 mil, subtraindo valores de contas pessoais e da igreja que ele administra. Além do dinheiro, eles também levaram um celular e um relógio do sacerdote.
O padre relatou que sofreu ameaças e agressões durante o tempo em que esteve sob a mira dos bandidos, incluindo tapas e golpes com a arma. Depois de cometerem os crimes, um dos sequestradores ainda foi até o carro da vítima em busca de mais bens, mas acabou devolvendo a chave para que ele pudesse deixar o local.
O caso está sendo investigado pela polícia, mas até o momento, os suspeitos não foram identificados. Além disso, o padre José Eduardo ficou no centro de uma polêmica após ser incluído em um inquérito no STF, relacionado a eventos pós-eleitorais de 2022, mas, devido à falta de denúncia da Procuradoria-Geral da República, o inquérito foi arquivado, e ele não se tornou réu.
Fonte: Oeste











