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Pentágono expande uso de inteligência artificial com parcerias estratégicas

Na última sexta-feira (1º), o Pentágono anunciou a formalização de contratos com sete importantes empresas do setor de inteligência artificial, incluindo SpaceX, OpenAI, Google, NVIDIA, Reflection, Microsoft e Amazon Web Services. Essa iniciativa visa acelerar a adoção de tecnologias inovadoras nas Forças Armadas dos Estados Unidos, transformando-as em uma força militar que prioriza a inteligência artificial em suas operações.

Em um comunicado oficial, o Pentágono destacou que esses acordos são fundamentais para o fortalecimento da capacidade dos militares em tomar decisões de forma mais rápida e eficiente em diversos cenários de conflito. “Esses acordos aceleram a transformação para que as Forças Armadas dos EUA se tornem uma força de combate ‘AI-first’, fortalecendo a habilidade de nossos combatentes em manter a superioridade na tomada de decisões em todos os domínios da guerra”, afirmou o órgão.

Os contratos também englobam a implementação de tecnologias de inteligência artificial em redes classificadas de uso militar, que operam em níveis de segurança restritos. O objetivo é garantir o uso “legal e operacional” de sistemas de inteligência artificial em ambientes militares, permitindo uma melhor organização e análise de grandes volumes de dados. Essa abordagem potencializa a capacidade das Forças Armadas de analisar e responder a situações complexas de forma mais eficaz.

Além disso, o comunicado fez menção à plataforma GenAI.mil, que já foi utilizada por mais de 1,3 milhão de pessoas nos últimos cinco meses, resultando em dezenas de milhões de interações e centenas de milhares de aplicações automatizadas. As soluções implementadas estão em uso prático para diminuir o tempo de execução de tarefas e incluem a automação de atividades repetitivas e o apoio à análise de dados em diferentes áreas operacionais. A estratégia do Pentágono também busca evitar a dependência de um único fornecedor, promovendo a flexibilidade e a ampliação das capacidades operacionais das forças militares.

Fonte: G1

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