O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, qualificou o assassinato do aiatolá Ali Khamenei como uma ‘declaração de guerra contra os muçulmanos’. A declaração foi feita no domingo, 1º, após um ataque que resultou na morte do líder supremo iraniano. Pezeshkian prometeu vingança contra os Estados Unidos e Israel, que foram responsabilizados pelo ataque que atingiu a residência de Khamenei e outras localidades. Ele enfatizou que a República Islâmica do Irã tem o dever de responsabilizar os autores desse crime, considerando-o uma guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas. O ataque, que também causou a morte de altos oficiais, como o ministro da Defesa e o comandante da Guarda Revolucionária, foi amplamente condenado pelo governo iraniano. O gabinete de Pezeshkian decretou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral. Em comunicado oficial, o governo expressou sua profunda consternação e descreveu o ato como brutal, prometendo que o sangue de Khamenei será uma fonte de resistência contra a opressão. Além disso, o ataque resultou em centenas de mortes e feridos em várias cidades iranianas, gerando uma escalada militar na região, com o Irã retaliando com mísseis dirigidos a Israel e bases americanas. A situação continua tensa, com sistemas de defesa antimísseis sendo ativados em Israel e países vizinhos.
Fonte: Oeste












