Recentemente, protestos contra a polícia de imigração dos EUA, conhecidos como anti-ICE, em Minnesota, têm revelado um forte financiamento por parte de bilionários ligados à esquerda, incluindo recursos de origem chinesa. A informação foi divulgada pelo jornal New York Post. Em um ato intitulado “ICE Out”, realizado em Minneapolis, cerca de 15 mil manifestantes clamaram pelo fim das operações federais de imigração, mesmo enfrentando temperaturas negativas. No entanto, a aparente mobilização espontânea foi, na verdade, coordenada por ativistas ligados a grupos políticos de esquerda que se organizam através de fóruns radicais e aplicativos de mensagens criptografadas. Scott Walter, presidente do Capital Research e especialista em financiamento político, destacou que uma parte significativa desse suporte financeiro provém de Neville Singham, um empresário que atualmente reside em Xangai. Walter observou que entidades como People’s Forum e Party for Socialism and Liberation, que foram beneficiadas por Singham, desempenharam um papel crucial na promoção e organização desses eventos. A presença de grupos comunistas radicais ao lado de sindicatos e fundações tradicionais é uma novidade que levanta preocupações sobre as verdadeiras motivações por trás desses protestos. Além disso, parlamentares republicanos estão investigando se as doações de Singham violam leis sobre influência estrangeira, especialmente devido a possíveis vínculos com a propaganda do Partido Comunista Chinês. A manifestação em Minneapolis foi organizada pelo coletivo 50501, que atua de forma discreta e é associado a diversas organizações financiadas por bilionários esquerdistas, como George Soros. Esses eventos revelam uma rede complexa de financiamento e ativismo que busca influenciar a política americana de maneira opaca e deliberada, desafiando a narrativa de que se tratam de ações de cidadãos comuns.
Fonte: Oeste







