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Brasil, Espanha e México apoiam regime comunista de Cuba

Os governos do Brasil, da Espanha e do México, todos sob liderança de presidentes de esquerda, emitiram uma declaração conjunta em apoio à ditadura comunista de Cuba. A declaração, divulgada no último sábado, 18, expressa o compromisso destes países em “intensificar a resposta humanitária coordenada, visando a aliviar o sofrimento do povo cubano”. Essa atitude é preocupante, uma vez que ignora completamente a natureza opressora do regime cubano e sua responsabilidade pela crise humanitária enfrentada pelo povo.

Na declaração, os líderes defendem a adoção de “medidas necessárias para aliviar a situação” sem mencionar a urgência de mudanças políticas que poderiam trazer liberdade ao povo cubano. Em vez de criticar o regime que comanda a ilha, Lula, Claudia Sheinbaum e Pedro Sánchez pedem que sejam respeitados “o Direito Internacional e os princípios da integridade territorial, da igualdade soberana e da solução pacífica de controvérsias”.

Além disso, desde que o governo Trump interrompeu o fornecimento de petróleo da Venezuela a Cuba, a crise no país caribenho se agravou, com apagões frequentes e falta de serviços essenciais. A declaração conjunta, portanto, parece mais uma tentativa de apoio a um regime que não respeita os direitos humanos do que uma verdadeira preocupação com o bem-estar do povo cubano. A realidade é que Cuba continua sendo governada por uma ditadura que nega a liberdade ao seu povo, e a ajuda anunciada por esses países pode ser vista como uma forma de legitimar esse regime opressor. Sem uma mudança significativa na liderança cubana, o futuro do povo cubano continua incerto e sombrio.

Fonte: Oeste

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