A Copa do Mundo FIFA de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México entre 11 de junho e 19 de julho, está projetada para movimentar cerca de US$ 10,5 bilhões em investimentos globais em publicidade, conforme estimativas da consultoria britânica WARC Media. Esta edição do torneio será a maior da história, contando com 48 seleções e 104 partidas, e espera-se que alcance bilhões de espectadores em todo o mundo.
Com o crescimento das plataformas digitais, as marcas estão adaptando suas estratégias publicitárias. A pesquisa indica que as campanhas estão sendo iniciadas com maior antecedência e distribuindo investimentos entre televisão aberta, streaming, redes sociais, podcasts e influenciadores digitais. Essa mudança reflete a fragmentação do consumo de mídia, uma tendência crescente que pode impactar o retorno sobre o investimento publicitário durante a Copa.
Apesar do volume bilionário projetado, dados da WARC mostram que o impacto da Copa sobre o mercado publicitário tem diminuído em comparação com edições anteriores. Em 2018, o torneio gerou US$ 12,6 bilhões em publicidade, valor superior ao estimado para 2026.
No Brasil, a televisão aberta continua a ser a principal forma de acompanhamento dos jogos, mas o streaming e as plataformas digitais estão ganhando espaço na audiência esportiva. Além disso, empresas como a Casas Bahia já estão lançando campanhas promocionais ligadas ao Mundial, oferecendo condições especiais aos consumidores, como pagamentos em Pix em caso de vitórias da seleção brasileira. Assim, a Copa do Mundo não apenas promove o futebol, mas também impulsiona a economia e a inovação nas estratégias de marketing.
Fonte: Oeste



