Um homem de 81 anos, que chegou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com suspeita de Acidente Vascular Cerebral (AVC), passou impressionantes 72 horas aguardando atendimento. A situação alarmante foi destacada por sua filha, que fez um apelo por ajuda diante da gravidade do quadro apresentado pelo pai. Ele chegou ao local com uma pressão arterial extremamente elevada, medida em 22 por 12, o que requer atendimento médico imediato. A filha expressou sua frustração e preocupação, afirmando que ‘prioridade é prioridade’ e que a condição do pai deveria ter garantido um atendimento mais ágil. A denúncia traz à tona questões sérias sobre a saúde pública e a eficiência dos serviços de emergência no Brasil, especialmente em um momento em que os hospitais enfrentam sobrecarga. O caso é um reflexo de um sistema de saúde que, muitas vezes, falha em atender prontamente aqueles que realmente necessitam de cuidados urgentes. É fundamental que as autoridades competentes analisem essa situação e tomem medidas para melhorar a resposta das unidades de saúde, garantindo que casos graves como o deste idoso não sejam negligenciados. A saúde da população deve ser uma prioridade absoluta, e episódios como este não podem se repetir, pois vidas estão em risco devido à ineficiência do sistema.
Fonte: Metrópoles









