Após meses de um quase total blackout de internet durante o conflito no Oriente Médio, o trabalhador de tecnologia iraniano Amir-Hassan conseguiu finalmente se reconectar à rede. No entanto, essa volta ao mundo virtual ocorreu apenas por meio de um serviço privilegiado, o que gerou críticas públicas consideráveis. Milhões de iranianos, como Amir-Hassan, enfrentaram dificuldades para acessar a internet desde que os Estados Unidos e Israel iniciaram ataques ao Irã em 28 de fevereiro, prejudicando não apenas a comunicação, mas também as atividades de empreendedores e trabalhadores online. Esse cenário evidencia a opressão imposta pelo regime, que restringe cada vez mais as liberdades individuais e impede o desenvolvimento econômico. A falta de acesso à informação e comunicação tem um impacto profundo na sociedade iraniana, que luta por liberdade e por seus direitos básicos. Enquanto alguns poucos têm acesso à internet, a grande maioria continua sem poder se conectar, o que levanta questões sobre a desigualdade e a liberdade de expressão no país. A situação no Irã serve como um alerta sobre os perigos da censura e da repressão, e a necessidade urgente de defender os direitos de todos os cidadãos, independentemente de sua condição social ou econômica.
Fonte: Al‑Monitor



