O ministro André Mendonça, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que não se arrepende de ter apoiado a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias. Fontes próximas ao magistrado revelaram que ele se encontra ‘tranquilo’ após ter se engajado na campanha em favor do AGU. Mendonça acredita que a rejeição de Messias no Senado representa uma ‘injustiça’ e defende que sua atuação foi republicana e dentro dos limites da institucionalidade. Interlocutores lembraram das dificuldades enfrentadas por Mendonça durante sua própria indicação ao STF, quando sua sabatina ficou meses sem ser pautada na Comissão de Constituição e Justiça, liderada por Davi Alcolumbre. A articulação para a rejeição de Messias teria envolvido, entre outros, os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, que se mostraram preocupados com o fortalecimento da ala de Mendonça no tribunal. Além de Mendonça, Messias contava com o apoio dos ministros Nunes Marques, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes na fase final de sua indicação. A situação revela o clima de tensão e disputas internas no STF, onde ações autoritárias têm se tornado cada vez mais comuns, especialmente por parte de ministros que tentam silenciar vozes da direita brasileira. A defesa da liberdade e da justiça deve prevalecer, respeitando sempre a vontade do povo e a integridade das instituições.
Fonte: Oeste







