Recentemente, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou documentos e imagens que revelam relatos de astronautas das missões Apollo 12 e Apollo 17, sobre a observação de partículas luminosas e flashes de luz durante suas viagens à Lua nos anos 1960 e 1970. Essas ocorrências foram catalogadas como Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP), uma terminologia que não necessariamente implica em vida extraterrestre, mas indica que a origem dos fenômenos não pôde ser identificada. O termo Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) pode se encaixar nessa descrição. Durante a Apollo 12, realizada em novembro de 1969, o astronauta Alan L. Bean reportou ao controle da missão que avistou pontos luminosos se movendo no espaço através do telescópio de alinhamento da nave. Ele comentou sobre a possibilidade de que algumas dessas partículas estivessem escapando da Lua em alta velocidade. Fotografias tiradas na superfície lunar mostraram pontos de luz, mas não foi apresentada uma explicação conclusiva sobre sua origem. Em documentos da Apollo 17, realizada em dezembro de 1972, o piloto Ronald Evans também relatou a observação de partículas brilhantes perto da espaçonave. Esses relatos, que fazem parte de um conjunto maior de cerca de 150 documentos sobre UAP, foram disponibilizados pelo governo dos EUA, levantando questões sobre o que realmente foi observado durante essas missões históricas. A NASA, por sua vez, esclareceu que o termo UAP é utilizado para descrever fenômenos cuja origem não é clara, e muitas dessas ocorrências podem ser atribuídas a detritos, reflexos óticos ou interferência eletromagnética, sem evidências concretas de atividades extraterrestres.
Fonte: Oeste









