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Três mulheres são condenadas por fraude no INSS com documentos falsos

Três mulheres foram condenadas pela Justiça Federal a penas que variam de um a nove anos de prisão por envolvimento em um esquema de fraude contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Espírito Santo. O caso, que chegou a causar prejuízos superiores a R$ 7 milhões, revelou a criação de uma verdadeira ‘fábrica’ de documentos falsos, como certidões de nascimento, CPFs e títulos de eleitor de indivíduos inexistentes. As condenadas são Sandra Maria Pereira de Oliveira, Ilma Itamar dos Santos e Graziela Conceição Lobato Falagan, denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF) por estelionato previdenciário. A sentença foi proferida pela 2ª Vara Federal Criminal de Vitória, com a devolução de mais de R$ 4,5 milhões aos cofres públicos. As investigações da Polícia Federal indicam que o esquema funcionou de 2012 a 2019, facilitando a realização de saques de benefícios por meio de identidades falsas, muitas vezes registradas em nome de pessoas não alfabetizadas. A descoberta do esquema teve início após uma denúncia anônima, que levou à identificação de Graziela como a líder da operação. Ilma atuava como a operadora que sacava os benefícios em agências bancárias, utilizando documentos falsificados. As penas impostas foram de 9 anos e 7 meses para Graziela, 7 anos e 13 dias para Ilma e 1 ano e 4 meses para Sandra. Além das penas de prisão, a Justiça determinou o ressarcimento de valores correspondentes aos danos causados ao INSS.

Fonte: G1

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