O Ministério da Saúde do Brasil se posicionou de forma clara em resposta às declarações de Rosangela Moro, que criticou a postura do governo em relação ao contrato com uma ONG que defende os direitos de crianças trans. Em um comunicado oficial, o ministério reafirmou que não permite, não recomenda e nem financia procedimentos de transição de gênero para menores de 18 anos. Essa afirmação é parte de uma política que visa proteger a saúde e o bem-estar das crianças, priorizando a integridade física e psicológica dos jovens.
O ministério também destacou que as decisões sobre saúde devem ser pautadas por evidências científicas e não por agendas políticas. O governo se posiciona firmemente contra qualquer tipo de manipulação política em questões tão sensíveis e complexas quanto a saúde infantil. A defesa da priorização dos direitos das crianças e a proteção de sua saúde são fundamentais.
Com isso, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso com a proteção dos menores, evitando que questões de identidade de gênero sejam exploradas de maneira irresponsável e potencialmente prejudicial. A crítica à postura do governo por parte de Rosangela Moro foi considerada uma tentativa de criar um palanque político em torno de um tema que deve ser tratado com seriedade. O ministério reitera que sua política é voltada à proteção dos direitos das crianças, com foco na saúde e no bem-estar infantil.
Fonte: JP News







