A Rússia aumentou sua ofensiva militar contra a Ucrânia, lançando mais de 700 drones e mísseis na madrugada de quinta-feira, 16. Segundo informações da Força Aérea ucraniana, 667 desses alvos foram interceptados, porém, o ataque resultou em 17 mortes e 115 feridos, atingindo principalmente áreas urbanas. A capital, Kiev, foi uma das regiões mais afetadas, onde quatro pessoas, incluindo um menino de 12 anos, perderam a vida. Além disso, a cidade de Odessa registrou oito óbitos, enquanto Dnipropetrovsk e Kherson contabilizaram três e dois mortos, respectivamente. As autoridades locais relatam que o impacto dos bombardeios tem gerado um clima de terror entre a população civil.
Em resposta, o Ministério da Defesa da Rússia declarou que seus sistemas conseguiram interceptar 207 drones ucranianos em um período semelhante. O governo russo também relatou a morte de uma mulher e um adolescente na região de Krasnodar, no contexto dos ataques. Em meio a essa escalada, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky busca reforçar a defesa aérea do país, tentando negociar novos acordos militares com líderes europeus. Recentemente, ele se encontrou com autoridades da Itália, enfatizando a necessidade de um sistema de defesa moderno e eficaz para proteger a Ucrânia de quaisquer ameaças. Zelensky também fez um apelo para que os aliados mantenham a pressão sobre a Rússia, destacando a importância das sanções e do apoio contínuo à Ucrânia. Mesmo diante da intensificação dos ataques, as negociações para um possível acordo de paz continuam sem um avanço significativo, com os Estados Unidos mediando as conversações entre as duas nações.
Fonte: Oeste








